i.
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o monge evita o fruto da discórdia,
um figo não respeita a quietude
da casca, se arreganha em falatório
e sexo, o abismo em sua amplitude
e o desejo de vingança. o sol acende
maçaricos sobre gangues, famílias:
os deuses cozinham suas demências
sobre o lusco-fusco de uma bacia,
enquanto o monge descasca laranjas
e se desperdiça ao lembrar da dança
de uma virgem de cachos espiralados,
sardas no colo e menta na garganta,
seu peito engasga no rumor do fim
de um desejo entalado de acalanto.