no cíclico se esconde o minério
cristalino da vida, seu mistério,
qual a luz que cega ante as necessidades
mais latentes de seu advento. ao redor de si
e sua cauda, o cão nos adverte do despeito
de nossa culpa patente: não se tem peito
de regurgitar o remorso antes de vomitar
no leito, como se toda cabeceira fosse rio
e todo desfecho um anti-clímax.

1 comentários:
bem-vindo de volta!!!
um abração do Paulinho
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